Criacionismo na mídia

Mídia

Michelson Borges


A abordagem do tema origens nos meios de comunicação.

Jornalista pela Universidade Federal de Santa Catarina (1996) e mestre em Teologia pelo UNASP (2010). Atua na área de jornalismo científico e religioso. Editor da Casa Publicadora Brasileira.
Publicações: A História da Vida, Por Que Creio, A Chegada do Adventismo ao Brasil, Nos Bastidores da Mídia, A Descoberta, série "Grandes Impérios e Civilizações" e diversos artigos sobre teologia, ciência e religião.

“DNA lixo” tem funções importantes

por Michelson Borges

Segundo matéria publicada no jornal O Globo, se fosse impresso como listas telefônicas, o genoma humano formaria uma pilha de volumes de cerca de 170 metros de altura, pouco menos da metade do tamanho do Pão de Açúcar (392m). Detalhe: certamente, ninguém aceitaria a hipótese absurda de que apenas uma lista telefônica pudesse surgir de uma explosão em uma gráfica; mas deixemos esse assunto de lado e prossigamos na leitura do texto do Globo: “Quando [o] primeiro rascunho [do genoma] foi completado em 2000, os cientistas ficaram surpresos em ver que apenas 2% das ‘palavras’ escritas com 3 bilhões de ‘letras’ nesses livros, por volta de 22 mil genes, faziam sentido, isto é, traziam informações para a fabricação das proteínas essenciais para a vida. O resto foi classificado como DNA ‘lixo’, ou não codificante. Agora, no entanto, uma série de 30 artigos publicados nas revistas Nature, Genome Research e Genome Biology mostra que boa parte, se não todo, esse ‘lixo’ tem função, regulando o funcionamento, a chamada expressão, dos genes, algo como um imenso painel de controle instalado no genoma humano.” Sim, você leu direito: painel de controle! Dá-lhe design inteligente!

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