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Luto - Prof. Washington Menezes

 

NOTÍCIA DE FALECIMENTO

 

A Sociedade Criacionista Brasileira lamenta informar o falecimento de um dos palestrantes de seus Seminários “A Filosofia das  Origens” – o Prof. Washington Luís Alves de Menezes – ocorrido no início da semana passada em Campina Grande, PB.

Recebemos essa notícia no final da semana passada, por informação que nos foi dada por outro palestrante de nossos Seminários, residente em Campina Grande – o Prof. Matusalém Alves Oliveira – colega do falecido, com quem trabalhava na Universidade Estadual da Paraíba, na mesma cidade.

Ambos os professores foram os coordenadores de nosso VI Seminário realizado em outubro de 2008 na cidade de Campina Grande, e se destacaram pelo seu trabalho conjunto, que, com o apoio de outros defensores da causa criacionista, tornou esse Seminário um dos mais profícuos e proveitosos de toda a série até então realizados.

Lamentamos a perda desse nosso colaborador, especialmente pelas circunstâncias trágicas da ocorrência, um assassinato por malfeitores que também simultaneamente tiraram a vida da sua esposa.W

Nossos últimos contatos com o Prof. Washington foram nos XV e XII Seminário “A Filosofia das Origens” realizados respectivamente em Campo Grande, MS, no mês de novembro do ano passado e em Cochabamba, Bolívia no mês de maio de 2012, no qual ele foi um dos nossos palestrantes convidados.

Apresentamos à família desse nosso colaborador e à comunidade campinense, abaladas por esse infausto acontecimento, nossas sinceras condolências pelo falecimento desse nobre defensor da causa criacionista.

 

A Diretoria da SCB

 

Noé: O Filme – Apreciação Feita Por Jim Denison

Transcreve-se, neste tópico, o interessante comentário feito por Jim Denison sobre o filme “Noah” (“Noé”, em Português), lançado por Holywood no final do mês passado. É ele mais um dos épicos bíblicos produzidos com recursos especiais que tentam dramatizar as cenas fictícias expostas, criando um relato bastante diferente do que se encontra na Bíblia. Certamente sua produção exigiu recursos financeiros à altura de uma mega-produção que visa acima de tudo apenas o lucro fácil proveniente de um investimento que antecipadamente conta com a curiosidade de um enorme público espalhado por todo o mundo. O filme apresenta um Deus irado e vingativo e acontecimentos não relatados no texto bíblico, pelo que, lamentavelmente, o que foi produzido é inteiramente contraproducente do ponto de vista de um evangelismo que pudesse destacar a verdadeira razão pela qual o mundo foi destruído – a rebelião da criatura contra o Criador!

O autor, Pastor Erwin McManus, considera o filme “profundo e instigante”. O ator Gabe Lyons o chama de “um grande, grande filme” e afirma que “ele faz justiça a essa história épica”. Ao mesmo tempo, o filme foi dirigido por um bem conhecido ateu. Ele ajudará ou prejudicará a causa cristã?

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Vestígios do "Big Bang"

Pesquisadores anunciam ter detectado pela primeira vez sinais do início da expansão do Universo. Se confirmada, a descoberta prova a teoria cosmológica mais famosa e aceita no mundo.

Por: Sofia Moutinho

 

Com o telescópio BICEP2, no polo Sul, cientistas obtiveram a primeira evidência concreta do Big Bang, ao detectar sinais de ondas gravitacionais que viajam no espaço desde que o universo começou a se expandir. (foto: Steffen Richter/ Harvard University)

Um evento tão magnífico como o Big Bang, que teria dado origem à expansão do nosso universo, não poderia ter passado sem deixar vestígios. Há meio século, pesquisadores do mundo todo buscam, sem sucesso, provas de que esse fenômeno de 13,8 bilhões de anos realmente existiu. Hoje (17/03) um grupo internacional anunciou o que muitos queriam ouvir: conseguiram detectar o rastro de luz invisível deixado no espaço logo após o início de tudo.

O responsável pela façanha foi o radiotelescópio BICEP2, no polo Sul. A máquina buscava no céu sinais das ondas gravitacionais que teriam sido geradas no Big Bang durante o período de inflação do cosmos. Segundo os teóricos, nesse momento o universo se expandiu rapidamente, deixando de ter o tamanho de uma partícula subatômica para ter o tamanho de uma bola de futebol em trilionésimos de segundo.

De acordo com a teoria da relatividade geral de Einstein, essa rápida expansão deveria ter deixado para trás as tais ondas gravitacionais. Para entender, pode-se aludir àquela clássica imagem de uma pedrinha jogada na superfície de um lago. A pedra deforma a água ao seu redor e produz ondas, assim como a massa deforma o espaço e produz ondas gravitacionais que viajam pelo cosmos.

 

Segundo a teoria geral da relatividade, o Big Bang e a expansão do universo teriam gerado ondas gravitacionais que viajam pelo espaço até hoje. (imagem: Universidade de Ontario)

 

Os cientistas vêm tentando detectar de forma indireta essas ondas do início do universo que estariam se propagando até hoje. Diversos experimentos, inclusive o BICEP2, têm buscado a marca que as ondas deixam na radiação cósmica de fundo, formada por partículas de luz (fótons) liberadas 380 mil anos após o Big Bang e que ainda estão pelo espaço na forma de um ‘calorzinho’ tênue.

Diversos experimentos têm buscado a marca que as ondas deixam na radiação cósmica de fundo, formada por partículas de luz liberadas 380 mil anos após o Big Bang e que ainda estão pelo espaço.

“Olhar para a radiação cósmica de fundo é como olhar para uma fotografia do início do nosso universo”, explica o astrofísico Odylio Aguiar, coordenador do detector de ondas gravitacionais Mario Schenberg, da Universidade de São Paulo (USP). “Naquela época, os fótons ficaram livres para percorrer o espaço, mas ainda estavam de certa forma ligados à matéria, que, naquele momento, era distribuída pelas ondas gravitacionais. São os fótons que mostram a distribuição da matéria e revelam as ondas que se formaram em seu início.”

Ninguém havia tido sucesso nessa procura até que o BICEP2 identificou, em uma região da radiação cósmica, uma variação no comportamento da luz condizente com a presença de ondas gravitacionais. A alteração foi também observada por outro telescópio do polo Sul, o Kerck Array, o que deixa os cientistas ainda mais confiantes.

“Nossa descoberta vai abrir uma nova janela para a física, a física do que aconteceu nos primeiros instantes do universo”, disse em coletiva de imprensa o líder da pesquisa, John Kovac, físico do Centro de Astrofísica de Harvard-Smithsonian (EUA).

Digno de Nobel

Se for confirmado, o achado prova de vez a existência do Big Bang e do período de inflação do universo e pode até render um prêmio Nobel ao líder da equipe ou ao teórico norte-americano que em 1980 propôs a inflação, Alan Guth, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Mas antes os resultados obtidos pelo BICEP2 ainda precisam ser repetidos por outros grupos, como o do telescópio espacial europeu Planck, responsável pelo mais detalhado mapa da radiação cósmica de fundo já feito até hoje, concluído no ano passado.


 

O sinal detectado pelo telescópio BICEP2 agora precisa ser confirmado por outros telescópios, como o Planck, que gerou o mais completo mapa da radiação cósmica de fundo, uma espécie de ‘fóssil’ do calor e da luz nos primeiros momentos do universo. (imagem: Planck/ ESA)

 

“Se o Planck confirmar o sinal detectado pelo BICEP2, será realmente uma descoberta sem precedentes, mas os rumores na comunidade científica são de que os dados não batem”, conta Aguiar, que recebeu a notícia enquanto participava de uma conferência sobre o assunto na França promovida por outros dois experimentos que estão nessa busca, Virgo e Ligo – que procuram recriar as condições do Big Bang por meio de grandes equipamentos e raios lasers.

Existe a possibilidade de que o sinal detectado pelo BICEP2 seja resultado da interferência de poeira galáctica e que tenha sido mal interpretado. Mas os integrantes da pesquisa estão seguros do contrário, principalmente porque o sinal se mostrou duas vezes mais forte do que o previsto em modelos teóricos.

“Ainda temos que ajustar alguns detalhes, mas pelo que temos em mãos é altamente provável que tenhamos descoberto as ondas gravitacionais”, diz Clem Pryke, da Universidade de Minnesota (EUA). “Estávamos preparados para procurar uma agulha no palheiro e acabamos encontrando um pé-de-cabra.”

Publicado em Ciência Hoje On-Line em 17/03/2014

 

 

COMENTÁRIO FINAL (DA SCB)

Algumas precauções necessárias para o leitor da Notícia acima:

1.    Teorias não são “comprovadas”, mas podem ser julgadas satisfatórias para a explicação de fatos observados. No caso, o novo fato observado poderá indicar, sim, a validade da teoria também para a sua explicação.

2.    A própria comunidade científica se acautela afirmando que

·         “há rumores” de que os novos fatos observados “não batem bem” com a Teoria!

·         A afirmação é de que “é altamente provável que tenhamos descoberto...

Ressaltamos que a Teoria do “Big Bang” representa um modelo perfeitamente compatível com o texto bíblico, ao afirmar que realmente houve um “princípio”. Outras teorias têm proposto um Universo que não teria tido um princípio, atribuindo assim a ele características de infinitude que só pertencem ao Deus Criador.

 

A divulgação científica do novo fato, neste caso, pela maneira em que foi feita, representa um bom jornalismo científico !

NOAH: The movie - Review by Jim Denison

Pastor and author Erwin McManus calls Noah "deep and thoughtful." Author Gabe Lyons calls it "a great, great film" and says it "does this epic story justice." At the same time, the film is directed by a well-known atheist. Will it help or hurt the cause of Christ ?

 

Noah is one of the most difficult movies to assess I've ever seen. What follows is my review, followed by biblical commentary on the true life and significance of Noah. If you choose to see the movie, it would be a good idea first to review what Scripture actually says about this remarkable man.

I attended Noah on Thursday evening with two expectations:

First, I anticipated a movie that took some artistic license with Scripture but nonetheless provides believers with a great chance to engage the culture. Michelangelo's paintings in the Sistine Chapel take interpretive license with biblical events, but his depictions move me deeply every time I visit. Leonardo da Vinci's The Last Supper is a haunting portrait of Jesus' final meal before his crucifixion, even though its artistic setting is far more Renaissance European than first-century Palestinian. I am typically as positive toward popular culture as I can be without compromising the truth of Scripture or character of God. I expected to be the same with Noah.

Second, I envisioned a movie I could invite non-believers to see, then talk with them about the grace that is central to the biblical Noah's life and story. I expected some inconsistencies with Scripture, but assumed they would not create barriers to the gospel. I was surprised on both counts. My bottom line: Noah is a work of fiction. Except for the character of Noah and the fact that there's a flood and an ark, little else in the movie is consistent with the biblical narrative. And the God depicted for most of the movie is far from the God of the Bible.

(Spoiler alert: From this point forward, I will have to describe the plot in order to assess it biblically.)

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Ciência ao sabor do dinheiro

MAGNATAS FINANCIAM PROJETOS E MUDAM DINÂMICA ACADÊMICA

 

Enquanto cortes nos gastos públicos resultam na desativação de laboratórios, na demissão de cientistas e no cancelamento de projetos, uma profunda mudança está ocorrendo na forma como a ciência é bancada e praticada.

 

"Para o bem ou para o mal", disse Steven Edwards, da Associação Americana para o Progresso da Ciência, "a prática da ciência no século 21 está sendo moldada menos pelas prioridades nacionais ou por grupos com revisão entre pares e mais pelas preferências particulares de indivíduos com grandes quantidades de dinheiro."

 

A ciência está cada vez mais se tornando um empreendimento privado. Do Vale do Silício a Wall Street, a filantropia científica está na moda, pois muitos magnatas buscam se reinventar como patronos do progresso social por meio da pesquisa científica.

 

Mais de uma década atrás, Paul Allen, um dos fundadores da Microsoft, criou um instituto de ciências do cérebro, para o qual doou US$ 500 milhões. Fred Kavli, bilionário dos setores imobiliário e tecnológico, fundou então três institutos cerebrais. Foi essa pesquisa ricamente financiada pela iniciativa privada que deu origem àquilo que o presidente Barack Obama chamou em abril passado de "o próximo grande projeto americano" - uma iniciativa de US$ 100 milhões para sondar os mistérios do cérebro humano.

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